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5 verdades sobre educação bilíngue que você precisa saber

Esclarecemos 5 pontos sobre a educação bilíngue que muitos gestores de colégios têm.

O número de colégios que oferecem educação bilíngue tem aumentado ano a ano no Brasil. E isso é muito bom para o país, uma vez que esse modelo de ensino forma alunos mais completos e com visão mais apurada.

Diante do avanço desse novo formato de negócio, muitos gestores ainda têm dúvidas sobre a educação bilíngue que precisam ser esclarecidas. Quer entender melhor sobre este assunto? Npost de hoje, lhe ajudaremos listando cinco verdades sobre o bilinguismo que você deve saber. Acompanhe!

1. O bilinguismo não se restringe à linguagem de surdos

Ao pesquisar na Internet sobre o bilinguismo, nos deparamos com muitos resultados sobre a educação para surdos. E de fato, um colégio que oferece a educação para surdos é mais comum no Brasil, por amparo legal. Porém, a educação bilíngue não se restringe à libra.

No segmento de escolas particulares, com maior força, o termo bilíngue se refere, também, ao ensino da língua portuguesa e Inglesa. Nessas escolas, o inglês é ministrado com uma estrutura e metodologia mais forte que os demais, dando a possibilidade de o aluno alcançar a fluência sem a necessidade de um curso extra.

2. O ensino de inglês por sí só não torna o colégio bilíngue

O inglês já integra o currículo escolar desde o ensino fundamental, até mesmo nas escolas públicas. Porém, alguns colégios particulares, como estratégia de negócio, oferecem um inglês com maior carga e se autodenominam bilíngues.

Mas é preciso cuidado quanto a isso, pois, para que o colégio seja de fato bilíngue, é preciso observar alguns parâmetros: ter uma carga horária  maior e ministrar outros conteúdos além do ensino regular de inglês.

A escolha de um método de inglês estruturado ou de um método bilíngue dependerá dos objetivos de negócios de cada uma das escolas. Quando há a intenção de melhorar o ensino de inglês sem implantar o sistema bilíngue, a melhor alternativa é o inglês extra curricular,  mas se o objetivo for se tornar bilíngue, outros detalhes precisarão ser considerados.

Você pode ler um pouco mais sobre isso no post que fizemos sobre as vantagens de uma escola bilíngue.

3. Uma nova língua pode ser ensinada ainda na infância

Quando olhamos para a criança, muitas vezes, enxergamos um ser humano frágil em geral. Porém, mesmo exigindo cuidados diferentes dos adultos, os pequenos têm um potencial de aprendizagem muito maior que os mais velhos.

Ensinar duas línguas ao mesmo tempo estimula o desenvolvimento e torna o processo mais natural e sem traumas. Muitos profissionais defendem que, a partir dos dois anos, a criança já consegue assimilar inglês sem problemas, pois seu cérebro é capaz de separar cada idioma.

A comunidade escolar tem entendido essa necessidade de começar a ensinar o inglês mais cedo, ainda no colégio. Reflexo disso é o aumento de escolas bilíngues no Brasil, sendo, por muitas vezes, o fator de decisão dos pais na escolha do colégio.

4. Implantar a educação bilíngue no colégio pode ser mais simples do que se imagina

A evolução sempre gera alguns receios, principalmente para os gestores escolares, que lidam diariamente com desafios sem margens para erros. Esses profissionais, diante da decisão por melhorias na escola, se sentem amedrontados em contratar um sistema bilíngue por medo de ser complexo e demorado.

Porém, a formatação de um colégio regular para um bilíngue pode ser tranquila e simples, sem complicações para a escola ou para a comunidade de pais. O que precisa ser estudado com muito cuidado é a contratação da empresa responsável pela implantação, que precisa ter experiência nesse processo.

Um sistema de ensino com know-how e solidez de mercado é o caminho ideal para elevar o nível da escola sem grandes mudanças na estrutura ou alto investimentos dos pais.

O Diretor do Grupo Simple,  Fernando Rodrigues, relata a surpresa de muitos diretores quando o processo de implantação da educação bilíngue é explicado:

“os gestores, normalmente, imaginam um processo complexo, com grandes modificações estruturais, mas se surpreendem quando o planejamento de implantação é apresentado. Quando a empresa domina o negócio, ela consegue gerir o projeto de maneira rápida, segura e clara”.

5. Mesmo que os pais não falem inglês, o aluno conseguirá aprender normalmente

Há um medo que precisa ser abolido por definitivo: se a criança ou o adolescente não fala inglês fora da escola, ela terá problemas para aprender. Não há com o que se preocupar, pois o aprendizado não será abalado quando o aluno lida com duas línguas.

É preciso que, enquanto estiver na escola, ele tenha contato com o inglês o tempo todo (exceto nas aulas em português). Assim, essa imersão parcial será suficiente para imprimir o novo idioma em sua mente, mesmo que ele converse em sua língua mãe em casa. Por isso é importante que os professores sejam fluentes no idioma, com uma didática orientada ao desenvolvimento da criança ou adolescente.

Em casa, os pais não fluentes não atrapalharão o aluno, mas é sempre bom que o professor sugira atividades que reforcem o aprendizado. Filmes e seriados, por exemplo, são ótimas maneiras de reforço.

Esses cinco pontos de esclarecimento sobre a educação bilíngue são muito importantes para esclarecer dúvidas e orientar alguns gestores que buscam um método de ensino eficiente, mas ainda têm receio.

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