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Como escolher a melhor escola bilíngue para o filho?

Destacamos alguns pontos importantes na escolha da escola bilíngue para os filhos.

O aumento do número de escolas bilíngues no Brasil tem atraído a atenção não somente da mídia, mas também dos pais, que buscam oferecer uma educação de qualidade para os seus filhos. Mas essa decisão nem sempre é fácil, uma vez que este modelo de instituição não é tão conhecido e exige cautela na avaliação.

Para ajudar aos pais que estão procurando uma escola bilíngue para os seus filhos, separamos alguns pontos importantes que devem ser considerados na hora de escolher a instituição. Vamos lá!

É importante destacar que o nosso foco, neste texto, é ajudá-lo a avaliar o ensino bilíngue e não outros aspectos da escola relacionados à sua estrutura.

1. Pergunte qual é a metodologia bilíngue utilizada na escola

No entendimento de grande parte das pessoas, basta que a escola ofereça o ensino da língua inglesa para ser considerada bilíngue, afinal o aluno aprenderá dois idiomas. Mas não é bem assim que funciona. É preciso que tenha uma metodologia por trás, desenvolvida especificamente para o programa bilíngue, baseada não somente na execução das disciplinas.

Ao questionar a metodologia, será possível conhecer melhor a empresa por trás do programa implantado, sua experiência e a estruturação do seu programa de ensino. Além da expertise do colégio, o sucesso da formação do seu filho dependerá do know-how e da qualidade do programa que a escola contratou.

Já compartilhamos alguns detalhes sobre isso aqui no blog, quando falamos sobre as 5 verdades sobre a educação bilíngue.

2. Conheça os materiais que serão usados

Os materiais didáticos é a forma de entrada do conteúdo para o aluno e é de extrema importância que eles sejam avaliados na decisão pela escola. Peça que a equipe de atendimento mostre esses materiais e qual é o conteúdo programático que guiará o plano de ensino da turma.

Normalmente os colégios têm esses materiais à mostra para demonstrá-los aos pais. Essa avaliação é importante para entender como será a abordagem, a liberdade criativa etc.

Quando for avaliar o material, sugerimos uma atenção especial aos itens abaixo:

3. Converse com o professor de inglês

Em algumas escolas, o professor que ministra o conteúdo de inglês é diferente das demais matérias, em outras pode ser que seja o mesmo. Isso vai depender da idade do aluno, da série ou do modelo de ensino da instituição. Em todos os casos, peça para conversar com essa pessoa e entender qual é o nível de preparação que ela tem para tal função.

É muito importante observar que o professor dos conteúdos em inglês deve ser fluente no idioma, o que permite a ele o domínio de todas as vertentes que a língua exige de um docente. O foco do programa bilíngue tem que ser o alcance do domínio da língua e o aprendizado de outros conteúdos através do inglês, e isso não acontecerá se o professor não tiver preparação completa para tal posto.

Você não precisa falar inglês, basta ter a segurança de que o professor domine bem a língua e tem preparação acadêmica para dar aulas. Normalmente as escolas contratam profissionais formados em pedagogia, letras ou áreas similares.

4. Considere o número de hora/aula da escola

Tão importante quanto a qualidade do conteúdo, o número de aulas que o aluno terá de inglês é essencial para que ele alcance a fluência no idioma. Mas, nem sempre, as escolas se preocupam com esse detalhe, por tantas questões como custos, falta de espaço na grade etc.

Na educação bilíngue, o aluno tem contato tanto com o ensino do inglês em si ─ a sua estrutura gramatical ─ quanto com outras disciplinas ensinadas em inglês, como Geografia, História, Matemática etc. Ou seja, há conteúdo suficiente para aulas diárias na escola, mas alguns colégios optam por inserirem duas ou três aulas somente, o que entendemos ser insuficiente para entregar o resultado que a educação bilíngue exige.

Entendemos que o contato com o inglês todos os dias permite atrair o foco do aluno para a língua e isso ajuda, fazendo com que ele relembre o que aprende o tempo todo, linkando os assuntos de sala de aula com as atividades do dia a dia. Quando há intervalos de dias, esse ganho é bem menor.

Ao visitar o colégio, pergunte a quantidade de aulas e como elas são distribuídas na grade. Conheça também quais matérias extras serão ministradas em inglês.

5. Se possível, faça uma aula experimental

Nem todas as escolas oferecem essa opção para os pais, pois essa alternativa exige uma movimentação logística grande, inviabilizando o atendimento de todos os interessados. Porém, se o colégio oferecer, experimente assistir e ver como o seu filho estudará todos os dias.

6. Defina o quanto pode investir

Embora muitas pessoas pensem que uma escola bilíngue tenha um investimento elevado, o número de instituições que oferecem esse ensino a um preço atrativo é cada vez maior. Por isso, é muito importante pesquisar bem e optar por uma mensalidade dentro da sua realidade, evitando problemas posteriores e endividamento.

A nossa sugestão é que que os pais pesem o quanto investiriam se o filho fizesse um curso extra em uma escola de idiomas. Compare esse cálculo com a mensalidade do colégio e, também, leve em conta que matricular o seu filho em uma escola bilíngue reduzirá outros valores uma vez que a educação dele se concentrará em um único lugar.

7. Considere a distância da escola

Talvez no seu bairro não tenha uma escola bilíngue e, por isso, tenha que procurar pela vizinhança ou em outros bairros distantes. Porém essa distância não pode ser um dificultador para você e para o seu filho.

O tempo em transporte pode atrapalhar a rotina do aluno, provocar desânimo e reduzir o aprendizado. Por isso, sempre que possível, procure por uma escola o mais perto possível, assim o tempo será otimizado para todos.

Caso no seu bairro não tenha escolas com programas bilíngues indique a elas que procure por um sistema de ensino, como o da Simple Education, que tem estrutura e metodologia adaptável a qualquer colégio, transformando-o de maneira descomplicada e produtiva.

Se você achou esse conteúdo útil, compartilhe-o nas suas redes sociais, para ajudar outros pais que estejam nessa fase de procurar uma escola para os filhos.

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